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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Jack Johnson

Hoje fuçando meu hd externo, achei a discografia do Jack Johnson. Fazia alguns meses que não ouvia, decidi pegar pra ouvir hoje o dia todo. A música dele me traz uma certa calma, tão parecida com a calma que o reggae me traz, e ao mesmo tempo me mantém nostálgica como o Rock faz comigo. Gosto da batida do seu primeiro cd, bem calmo, um exemplo disso é a música F-Stop Blues, quando são mais agitadas, ainda mantém um ritmo mais tranquilo, ideal para relaxar, namorar.

Seu segundo cd tem também essa tranquilidade, mas eu digo que é música típica de ir para a praia, ou para ouvir durante uma viagem olhando pela janela. Tem uma música mais deprê, que acho linda, Cocoon.

De resto, todas têm batidas alegres, destaco a música Cookie Jar. Esse cd já tem letras mais cabeça que o primeiro cd, isso é fato.

O terceiro cd já é mais popular, mais agitado, feito pra ser comercializado. Ele tem o grande Boom dele na MTV Sitting, Waiting, Wishing. Acho a letra e a melodia lindas!

Também tem uma música mega gostosa de ouvir chamada Banana Pancakes. Que eu adoro, me dá vontade de correr na chuva toda vez que ouço e depois tomar chocolate quente com panquecas doces!

O quarto cd é bem mais experimental, eu considero o melhor dele, sem dúvida alguma! A música título é muito boa, tem uma levada legal. O cd é como se fosse uma música só dividida em várias faixas. Dá pra sentir a continuidade o tempo todo.

O quinto cd dele eu conheço muito pouco, não tenho ainda, conheço a música de trabalho do cd, uma curiosidade que li sobre ele é que foi todo gravado em estúdios abastecidos por energia solar.

Ultimamente, Jack Johnson é um dos poucos músicos que vale a pena de se ouvir, não tenho gostado de muita música atual, acho que estou ficando chata. rsrsrs

De volta!

Então, já estava mais do que na hora de tirar as teias de aranha desse blog. O que acontece é que a autora anda tão sem ideia que não sabe nem como começar um post.
Ando revendo muitas coisas em minha vida, pesei seriamente em rever a existência desse blog, quase o deletei, mas o mantive por aqui, meio desengonçado, com assunto esparsos, blogagens coletivas e acho que agora também o utilizarei para escrever estudos próprios, de leituras acadêmicas. Penso em pelo um post semanal com assuntos relacionados aos meus trabalhos, mas preciso começar devagar, farei posts desse tipo de 15 em 15 dias, quando começar a entrar no clima, aumento pra posts semanais.
Sei que será uma obrigação minha com o blog e com a minha vida acadêmica. Por isso, farei o dever de casa direitinho, promessa.

Fora esses dias de trabalhos acadêmicos, tentarei fazer posts regulares para manter o fluxo do blog.
É isso meus amigos!

domingo, 25 de setembro de 2011

Rock In Rio

Mega ansiosa, mega animada e mega preocupada com esse show!
Meu sonho de adolescente era ir a um show do Guns e meu sonho de adulta é ir a um show do System. Estou realizando 2 grandes sonhos meus de uma vez só. Nem acredito! Sem contar que eu nunca fui a um show dessa proporção em toda a minha vida. Tudo tá me assustando e deixando nervosa!
Deixo vocês com dois vídeos, um de cada banda! E segunda da próxima semana relato como foi a experiência de ir no meu primeiro show internacional!


Lonely Day do System of a Down - até hoje nunca encontrei ninguém além da minha irmã e eu que ache o Serj e o Daron muito lindos! Mas acho que é a aura musical deles.



November Rain do Guns 'N Roses - o Axl é visto por todas em seus tempos aureos como um cara lindo, mas eu até hoje acho o Slash muito atraente e não me perguntem o motivo. To triste dele não estar na banda mais.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Voltando no Tempo

Houve um tempo em que eu vivia uma vida com trilha sonora de Titãs e Foo Fighters, onde eu me sentia uma mulher linda e inteligente. Nessa época eu estava prestes a fazer 15 anos, tudo era perfeito! Eu me achava desejada e amada, naquela época eu era muito feliz.
A época passou, passei alguns longos e torturantes anos sofrendo e me sentindo feia, uma pessoa me fez me sentir mais feia ainda. Depois, outros momentos e infelicidades me fizeram me sentir burra e incapaz.
Agora, por um motivo que ainda não descobri, parece que tudo tá mudando nesses últimos meses, tenho me sentido bonita, atraente, inteligente e capaz de conseguir tudo que eu desejo.
É como se, onze anos depois do meu aniversário de 15 anos, eu tivesse 15 anos novamente. Vai entender!? E pra comemorar meus novos 15 anos de novo, colocarei uma música que, na minha opinião, parece que foi escrita pra mim, só faltava ter uma dedicatória!




Nem 5 Minutos Guardados
Titãs ( Sergio Britto e Marcelo Fromer)


Teus olhos querem me levar
Eu só quero que você me leve
Eu ouço as estrelas
Conspirando contra mim
Eu sei que as plantas me
Vigiam do jardim...
As luzes querem me ofuscar
Eu só quero que essa luz me cegue
Nem cinco minutos guardados dentro de cada cigarro
Não há pára-brisa pra limpar, nem vidros no teu carro
O meu corpo não quer descansar
Não há guarda-chuva (não há guarda-chuva)
Contra o amor...
O teu perfume quer me envenenar
Minha mente gira como um ventilador
A chama do teu isqueiro quer incendiar a cidade
Teus pés vão girando igual aos da porta estandarte
Tanto faz qual é a cor da sua blusa
Tanto faz a roupa que você usa
Faça calor ou faça frio
É sempre carnaval no Brasil
Eu estou no meio da rua
Você está no meio de tudo
O teu relógio quer acelerar,
Quer apressar os meus passos
Não há pára-raio contra o que vem de baixo
Tanto faz qual é a cor da sua blusa
Tanto faz a roupa que você usa
Faça calor ou faça frio
É sempre carnaval no Brasil

sábado, 30 de abril de 2011

Sábado, dia de relax!

Hoje não tem post grande, afinal vou jogar RPG!
Sinto saudades da época em que eu jogava RPG e card game do L5R direto, na faculdade. Voltando mais no tempo, tenho saudade de quando fazia cursinho, jogava magic nos intervalos e no fim das aulas!
Momento de saudades dos amigos daquela época, dos bons e dos ruins, até das pessoas que não quero mais por perto, naquela época tinha poucas preocupações, pouco estresse e era muito mais alegre e leve!
E esse A-ha aqui como música de fundo da minha escrita me deixa mais saudosa!
Hoje é o dia da saudade: dia de matar saudade de uma amiga que tá morando longe, dia da matar saudade de jogar RPG, dia de sentir saudade de outra amiga que tá morando longe e que jogava RPG comigo há muitos anos atrás e de sentir saudade do meu namorado (bem, todo dia é dia de sentir saudade do João)!

E pro "não-post" de hoje, deixo uma música do A-ha que eu adoro!

A-Ha - Manhattan Skyline

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cinema Paradiso


Esse filme de certa forma faz parte da minha vida, desde criança assisto esse filme, mas nunca tinha assistido com um olhar mais crítico. É um filme muito triste, com certeza.

A história de um menino italiano chamado Salvatore, que vive numa vila pequena na Sicilia, sua família era constituída por sua mãe e irmã mais nova, seu pai morreu na guerra. Esse filme conta sua história de amor com o cinema, desde novinho, ele se mostra interessado e deslumbrado pelo cinema da vila. Onde vive um senhor chamado Alfredo que, de início o afugenta, afinal, aquilo não é coisa para criança. Mas com todas as brigas da mãe dele e de alfredo, ele se mantém indo a esse teatro todos os dias. Num incendio no cinema, Alfredo fica cego, e como Salvatore, apesar da idade, tem muito conhecimento, por viver lá observando o que Afredo fazia, ele acaba ganhando o emprego de Alfredo. Isso aumenta os laços que Salvatore tem com Alfredo e o cinema.

Salvatore cresce dentro do cinema e no momento em que se vai da vila, Alfredo o pede para nunca mais voltar. Então, chegamos ao momento em que começa o filme, Alfredo morre e o chamam para ir ao seu enterro.

O filme é inteiro uma lembrança de Salvatore, que guarda dentro de si um grande amor e apreço por Alfredo e pela vila, mas seguiu o conselho de Alfredo de nunca mais voltar aquela vila e viver sua vida, esquecendo de tudo que existia nessa vila.

A trilha sonora se encaixa perfeitamente e a fotografia do filme é muito bem feita. O filme tem uma carga emocional enorme e conta de forma muito impecável a história da vida de um cineasta que sempre amou o cinema desde criança.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Eterna Romantica

Precisava escrever esse post neste momento, algo em mim acredita em amores eternos. Quando falo de amores eternos, não falo apenas em amor de namorad@, falo de amor de todas as formas.
Sabe, perdi uma amizade faz poucos dias, me dei conta do quando dói descobrir que quem você jurava amor para toda vida não pensa em você da mesma forma, mas, mesmo sofrendo muito com isso, quase desistindo de me aproximar de outras pessoas e criar laços, descobri o quanto amores podem ser realmente eternos!
Da mesma forma que alguns amigos lhe abandonam com uma facilidade muito grande, outros nunca te abandonam, mesmo morando longe, estão perto e desejando sempre sua felicidade.
Sempre fui vista como uma tontinha, que abria seu coração e sua vida para qualquer um, sempre me falaram que sofria e sofro desilusões por fazer isso, mas não sei ser diferente.

Aprendi em casa que pessoas honestas não brincam com o sentimento alheio, aprendi com a vida que pessoas ruins se fazem passar por pessoas honestas. Então, como diferenciá-las? Não sei, poderia por causa disso parar de me entregar a amizades, ficar fechada na minha solidão depressiva para sempre. Mas aí como conheceria o mundo? Como me apaixonaria? Como faria amizades?

O mundo é curioso, eu agradeço por ser essa eterna romantica que acredita em amor verdeiro, amizade sincera e companheirismo. E agradeço a pessoas que aparecem na minha vida toda vez que penso em desistir de acreditar nisso: Vocês são a minha melhor parte!

(Para 4 pessoas que eu gosto muito e estão me dando apoio quando mais preciso!)

Casamento

Lendo posts e twittes na net, fiquei me perguntando, "com tanta mulher que não quer casar porque ainda ouço a frase clichê que 'toda mulher deseja casar na igreja'?"

"Casamento é o sonho de toda mulher" dizem por aí. Mas acredito que não perguntaram a todas as mulheres sobre seus reais sonhos. Acho que o sonho de toda mulher é ser feliz como desejar, seja casando na igreja, casando no civil, juntando as escovas de dentes, namorando ou ficando solteira para sempre.
O machismo nos ensina que somos obrigadas a sonhar em casar, ter filhos e ficar para sempre com o marido. Esquecemos que o casamento foi criado como um contrato social, assim como o amor e a família, ele é apenas uma construção social. (não, eu não sou fria, sou apenas realista. E também não deixo de amar meu namorado ou minha mãe por pensar assim, só sei onde estou pisando)
Não critico quem sonha em casar, acho que todos devem ser felizes como desejam, mas não tentem enfiar goela abaixo de muitas mulheres esse clichê de que todas sonham em se casar, se alguma mulher diz que não ou é porque está fingindo ou falando da boca para fora.
Conheço mulheres, que já passaram da "época de casar", que estão felizes e solteiras, eu desejo ficar para sempre com meu amor, mas não quero festança em igreja e frescuras do tipo e conheço mulheres que sonham de verdade com toda aquela pompa de casamento em igreja e festa.
Como sou feminista, acho justo que cada mulher sonhe e deseje com o que quiser, sem imposição da sociedade.
Casar não é obrigação de nenhuma pessoa, constituir família é opção, ninguém tem o direito de forçar ninguém a nada, muito menos a uma coisa tão séria como essa.

domingo, 3 de abril de 2011

Dieta

Ando tentando fazer dieta há muitos anos, desde que engordei mais que deveria. Meu efeito sanfona vem mais da minha dieta estressante do que do excesso de comida. Eu fico meses a míngua, perco 10kg ou 15kg, depois volto a minha vida normal e adivinha? Ganho tudo de novo. Mas, o que faz uma mulher saudável, com disposição para subir morros, com a pressão, açúcar e colesterol baixos desejar tanto perder peso? Insatisfação.
A mídia, a moda, o mundo te falam para você ser magra, loira, com cabelos lisos e com a pele esticada, e você aceita com a maior tranquilidade que, se você não for tudo isso, você é feia!
A mídia ensina a mulher a ser fútil, apenas uma casca sem conteúdo algum. Nós seguimos os padrões, se você tem cabelos crespos, você gasta dinheiro aos montes para ter cabelo de branca. Se você é gorda ou tem um pouquinho de peso a mais que a Gisele ou a Ana, você pára de comer para ficar magra, anoréxica e doente. E, da mesma forma que acontece com as mulheres, acontece com os homens: se você não é forte, viril, tem grana e carro você não é um bom partido. Afinal, o que mais uma mulher pode ser além de um prêmio para se mostrar aos amigos? E o que mais um homem pode ser além do provedor da casa, do "macho alfa"?
O mundo dita regras e nós aceitamos sem nem questionar, apenas abaixamos a cabeça e agimos como deve ser para continuarmos dentro do grupo e do esquema.
Eu mesma assumo, tem momentos que me encontro fazendo parte do sistema, me questionando se não sou feia por ser gorda, ter o cabelo cacheado ou não andar sempre de salto e maquiada. É difícil sair completamente do esquema, é difícil se limpar por completo do que aprendemos desde que nascemos. Mas não é impossível, da mesma forma que posso decidir me alimentar do jeito correto para manter minha saúde e me aceitar com o peso que essa dieta me trouxer, independente de qual seja, você também pode se questionar:
"Será que eu aliso meu cabelo porque gosto ou porque me falaram para gostar?"
"Será que eu pago sempre a conta para a menina porque eu gosto de fazer isso ou porque me falaram que é certo fazer sempre isso?"
Ser parte do sistema é muito mais que passar adiante conscientemente os padrões pré-determinados, somos parte do sistema quando repetimos inconscientemente um padrão sem raciocinar direito.

Que tal tentarmos sair do sistema?

sábado, 2 de abril de 2011

Preconceito


Nos últimos dias, várias pessoas na rede falaram sobre o acontecido em relação a entrevista de Jair Bolsonaro no CQC. Me revoltei quando assisti o vídeo no Youtube, assumo que senti muita raiva dele, graças a ele ter me atingido diretamente, afinal sou negra e bissexual. Mas esse movimento todo em torno do acontecido me fez pensar muito, refletir sobre pensamentos meus e de outras pessoas que estão em minha volta.
As vezes a gente se pega comentando "todo político é corrupto", "todo homem é infantil", "todo artista é maluco" ou "todo evangélico tem a cabeça fechada", mas até que ponto temos o direito de generalizar as pessoas por simplesmente fazerem parte de um grupo social?
Vou contar um caso: Em um curso de teatro conheci um cara muito gente fina, ele é ator, tem o mesmo carinho com crianças que eu tenho, está sempre em busca de conhecer pessoas novas que possam ampliar os horizontes dele e é evangélico, frequenta a igreja metodista. Assim que o conheci, não me aproximei dele por causa da religião dele, acreditei que ele poderia me ver com preconceito. Por uma coincidência, precisamos fazer trabalho juntos, depois daquele momento, me dei conta de como nos dávamos bem e de como pensávamos tão parecido em relação a tantas coisas da vida. Mas ainda assim sabia que éramos diferentes, achei que ele talvez não ficasse a vontade comigo por causa da minha orientação sexual. Mas a prova de fogo foi quando ele assistiu a um monologo autobiográfico meu e, no final da apresentação, ele me deu um abraço tão caloroso e um parabéns sincero. Éramos iguais, só acreditávamos em Deuses diferentes. Ele pensava muito parecido comigo, era inteligente e ainda não via diferença entre cristão, ateu, homossexual ou qualquer outro ser humano no mundo.
Esse meu amigo (que não vejo há muito tempo e estou morrendo de saudades) mostra que estereótipos não existem, ele é artista e não é "doidão" e nem é gay e ele é evangélico e não é bitolado ou preconceituoso.

O preconceito e a generalização está em todas as partes, não é porque sofremos preconceito que não somos preconceituosos, vejo pessoas que são marginalizados por serem LGBT, mulher ou negr@ tratando outros grupos com o mesmo preconceito que são tratados, lidando de forma radical ao generalizar qualquer um que não seja como eles. Pessoas que sofrem do ódio de terceiros disseminando ódio por outros que são de grupos sociais diferentes do seu. Como podemos lutar contra o ódio em relação ao nosso grupo se fazemos o mesmo? Precisamos aprender a respeitar qualquer pessoa para depois exigir que nos respeitem.
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